Salve RodoX.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
.Três Reis.
Salve RodoX.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
De Campos (ACORDAR)
Eu nunca acharei que a vida é bastante.
Faltar-me-á sempre qualquer coisa,
Sobrar-me-á sempre de que desejar,
Como um palco deserto.
O baixo astral.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Sá
Há pouco tempo descobri o Mário de Sá Carneiro,
é claro que já tinha ouvido falar,porém desconhecia sua obra.
Tinha uma certa curiosidade é claro,por um acaso comprei um Cd da Adriana Calcanhoto
em que ela cantava um de seus poemas,un dos mais conhecidos de nome "O OUTRO".
Lindo! E rápidamente me identifiquei a sua poesia,e fui procurar conhecer um pouco mais da obra deste grande ser..
Lí então o poema "DISPERSÃO" também muitissimo conhecido, e bate em mim a paixão por estas palavras
e a forma como tocam em mim.
Nas palavras de Calcanhoto "...Mário de Sá um gordinho dono de uma poesia tensa!
Perturbado com a morte..
tão perturbado que aos 27 anos de idade não conseguiu esperar,
vestiu um smoking
e se matou..."
Aqui vai um trecho desta maravilhosa DISPERSÃO....
Perdi-me dentro de mim
Porque eu era labirinto,
E hoje, quando me sinto,
É com saudades de mim.
"...Perdi a morte e a vida,
E louco, não enlouqueço...
A hora foge vivida,
eu sigo-a mas permaneço..."
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
"QUASE"
Um pouco mais de sol - eu era brasa.
Um pouco mais de azul - eu era além.
Para atingir, faltou-me um golpe de asa...
Se ao menos eu permanecesse aquém......
Num ímpeto difuso de quebranto,
Tudo encetei e nada possuí...
Hoje, de mim, só resta o desencanto
Das coisas que beijei mas não vivi...
M.SÁ CARNEIRO
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
LIBERtinagem
Desesperançado do amor e da castidade, compreendi, enfim, que restava a libertinagem, que substitui muito bem o amor; faz calar os risos, restabelece o silêncio e, sobretudo, confere a imortalidade. Com certo grau de embriaguez lúcida, deitado, alto da noite, entre duas moças, já despido do desejo, a esperança não é mais uma tortura, compreenda, o espírito reina sobre todos os tempos, a dor de viver fica para sempre afastada.
sábado, 7 de novembro de 2009
.....outras sintonias
E de ujma vez por todas desistir de lamentos,declarações inuteis de amor..
enfim,todos estes posts melancólicos ficarão para traz.
EM BREVE NOVA CARA POR AQUI.
Afinal, agora já sei bem oque quero da minha vida
voltei a sonhar e planejar...
o resto é resto.
futebol é futebol.
jogo é jogo.
luta é luta.
domingo, 1 de novembro de 2009
....Esta é pra você...
Não tenho sinceridade nenhuma que te dar.
Se te escrevo,
adpto instintivamente as frases a um sentindo que me esqueço de ter.
Se Minhas Mãos Pudessem Desfolhar
Eu pronuncio teu nome
nas noites escuras,quando vêm os astros
beber na lua
e dormem nas ramagens
das flolhas ocultas.
E eu me sinto oco
de paixão e de música.
Louco relógio que canta
mortas horas antigas.
Eu pronuncio teu nome,
nesta noite escura,e teu nome me soa
mais distante que nunca.
Mais distante que todas as estrelas
e mais dolente que a mansa chuva.
Amar-te-ei como então
alguma vez? Que culpa
tem meu coração?
Se a névoa se esfuma,
que outra paixão me espera?
Será tranqüila e pura?
Se meus dedos pudessem
desfolhar a lua!!
sábado, 31 de outubro de 2009
oque restou..
Amou daquela vez como se fosse máquina
Beijou sua mulher como se fosse lógico
Ergueu no patamar quatro paredes flácidas
Sentou pra descansar como se fosse um pássaro
E flutuou no ar como se fosse um príncipe
E se acabou no chão feito um pacote bêbado
Morreu na contra-mão atrapalhando o sábado
Pela cachaça de graça que a gente tem que engolir
Deus lhe pague
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Entre estas e outras
Eu vivo a vida na ilusão
Entre o chão e os ares vou sonhando em outros ares,
vouFingindo ser o que eu já sou .
Mais do mesmo...
A acreditar que o amor
Não se pôs em você ...
Eu escrevo e te conto o que eu vi
e me mostro de lá pra você
guarde um sonho bom pra mim
E eu sei que parece o que não se diz
o seu caso é o tempo passar
Me faz chorar... e é feito pra rir.
meias verdades...noites inteiras.
Eu levo a carteira de identidade
Uma saideira, muita saudade
E a leve impressão de que já vou tarde..."
Inventei este amor,sem mais nem porque
Agora quero deixá-lo,fugir
... viver.
Não me lembrava do quão dificil é esquecer
Pois é,
não sou diferente de ninguém
e isto não teria tanta importância,se não fosse a minha vida.
Você que nem lê minhas frases de amor, ou se lê e ignora..quanta sofrimento e desespero
aguardar aquela resposta.
Lágrimas Sofridas infinitas do meu peito
Agora só ouço canções de amor
quanta melancolia
quanta melancolia
Mas a mim agora basta!
Esquecerei este amor,que não passa de puro platônismo..
A ti nada importa a não ser teu próprio umbigo,mulheres casuais..não sabe nem oque queres.
E eu..de ti nada mais espero.
...Eu to levando tudo de mim
que é pra não ter razão pra voltar..
vê se te alimenta, e não pensa que eu fui por não te amar..
"...Já me cansei de ser o último a saber de ti
Se todo mundo sabe quem te faz
chegar mais tarde
Eu já cansei de imaginar você com ela
Diz pra mim
se vale a pena, amor???..."
(Flertes)
Se juntos já jogamos tudo fora
Me conta agora como hei de partir
Ah, se ao te conhecer
Dei pra sonhar, fiz tantos desvarios
Rompi com o mundo, queimei meus navios
Me diz pra onde é que inda posso ir
Se nós nas travessuras das noites eternas
Já confundimos tanto as nossas pernas
Diz com que pernas eu devo seguir
Se entornaste a nossa sorte pelo chão
Se na bagunça do teu coração
Meu sangue errou de veia e se perdeu
Como, se na desordem do armário embutido
Meu paletó enlaça o teu vestido
E o meu sapato inda pisa no teu
Como, se nos amamos feito dois pagãos
Teus seios ainda estão nas minhas mãos
Me explica com que cara eu vou sair
Não, acho que estás te fazendo de tonta
Te dei meus olhos pra tomares conta
Agora conta como hei de partir.
Eu te amo (C. buarque)
(Isto é só o fim..só o fim)
domingo, 11 de outubro de 2009
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
(MDC)
[estavas sendo.
Olhastes conscientemente para mim, e disseste:
"Tenho pena que todos os dias não sejam assim"-
Assim, como aquele dia que não fora nada...
Lembro fotográficamente das tuas mãos paradas.
Molemente estendidas.
Lembro-me, neste momento, mais delas do que de ti.
Que será feito de ti?
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Cores de Frida Khalo,Cores..
sábado, 5 de setembro de 2009
Nada Diferente
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
A palo SECO
sábado, 8 de agosto de 2009
Pessoa.
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há-de dizer.
Fala: parece que mente...
Cala: parece esquecer...
Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
P'ra saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!
Mas se isto puder contar-lhe,
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar...
F. Pessoa
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Tua Laçada ( ! )
Onde eu sou todo olhos e sentimento
Não trago soluços, pois tenho uma espada
Que corta miragens de um outro tempo
Não é a história que não foi contada
Nem é o estranho sonho do qual despertei
É mais uma espera, mais uma chegada
Ao porto seguro onde eu te encontrei
E é isso que eu sinto com tua laçada
Um abraço tão forte e eu te compreendo
Pois tudo que eu quero é ser tua estrada
Naqueles mergulhos em que tu vens correndo
Pois tudo que eu quero é ser tua estrada
Naqueles mergulhos em que tu vens correndo
Não é o futuro, mas é uma virada
Nosso próximo passo a ser decidido
É como o claro e o escuro da alvorada
E caberá a nós dois saber dividí-lo
É como o claro e o escuro da alvorada
E caberá a nós dois saber dividí-lo
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Run baby...Run!

Anciedade!

domingo, 28 de junho de 2009
domingo, 21 de junho de 2009
sábado, 20 de junho de 2009
Crime!
sábado, 13 de junho de 2009
E eu?
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Caso do Vestido (minhas frustrações)

Caso do Vestido
Carlos Drummond de Andrade
Nossa mãe, o que é aquele
vestido, naquele prego?
Minhas filhas, é o vestido
de uma dona que passou.
Passou quando, nossa mãe?
Era nossa conhecida?
Minhas filhas, boca presa.
Vosso pai evém chegando.
Nossa mãe, dizei depressa
que vestido é esse vestido.
Minhas filhas, mas o corpo
ficou frio e não o veste.
O vestido, nesse prego,
está morto, sossegado.
Nossa mãe, esse vestido
tanta renda, esse segredo!
Minhas filhas, escutai
palavras de minha boca.
Era uma dona de longe,
vosso pai enamorou-se.
E ficou tão transtornado,
se perdeu tanto de nós,
se afastou de toda vida,
se fechou, se devorou,
chorou no prato de carne,
bebeu, brigou, me bateu,
me deixou com vosso berço,
foi para a dona de longe,
mas a dona não ligou.
Em vão o pai implorou.
Dava apólice, fazenda,
dava carro, dava ouro,
beberia seu sobejo,
lamberia seu sapato.
Mas a dona nem ligou.
Então vosso pai, irado,
me pediu que lhe pedisse,
a essa dona tão perversa,
que tivesse paciência
e fosse dormir com ele...
Nossa mãe, por que chorais?
Nosso lenço vos cedemos.
Minhas filhas, vosso pai
chega ao pátio. Disfarcemos.
Nossa mãe, não escutamos
pisar de pé no degrau.
Minhas filhas, procurei
aquela mulher do demo.
E lhe roguei que aplacasse
de meu marido a vontade.
Eu não amo teu marido,
me falou ela se rindo.
Mas posso ficar com ele
se a senhora fizer gosto,
só pra lhe satisfazer,
não por mim, não quero homem.
Olhei para vosso pai,
os olhos dele pediam.
Olhei para a dona ruim,
os olhos dela gozavam.
O seu vestido de renda,
de colo mui devassado,
mais mostrava que escondia
as partes da pecadora.
Eu fiz meu pelo-sinal,
me curvei... disse que sim.
Sai pensando na morte,
mas a morte não chegava.
Andei pelas cinco ruas,
passei ponte, passei rio,
visitei vossos parentes,
não comia, não falava,
tive uma febre terçã,
mas a morte não chegava.
Fiquei fora de perigo,
fiquei de cabeça branca,
perdi meus dentes, meus olhos,
costurei, lavei, fiz doce,
minhas mãos se escalavraram,
meus anéis se dispersaram,
minha corrente de ouro
pagou conta de farmácia.
Vosso pais sumiu no mundo.
O mundo é grande e pequeno.
Um dia a dona soberba
me aparece já sem nada,
pobre, desfeita, mofina,
com sua trouxa na mão.
Dona, me disse baixinho,
não te dou vosso marido,
que não sei onde ele anda.
Mas te dou este vestido,
última peça de luxo
que guardei como lembrança
daquele dia de cobra,
da maior humilhação.
Eu não tinha amor por ele,
ao depois amor pegou.
Mas então ele enjoado
confessou que só gostava
de mim como eu era dantes.
Me joguei a suas plantas,
fiz toda sorte de dengo,
no chão rocei minha cara,
me puxei pelos cabelos,
me lancei na correnteza,
me cortei de canivete,
me atirei no sumidouro,
bebi fel e gasolina,
rezei duzentas novenas,
dona, de nada valeu:
vosso marido sumiu.
Aqui trago minha roupa
que recorda meu malfeito
de ofender dona casada
pisando no seu orgulho.
Recebei esse vestido
e me dai vosso perdão.
Olhei para a cara dela,
quede os olhos cintilantes?
quede graça de sorriso,
quede colo de camélia?
quede aquela cinturinha
delgada como jeitosa?
quede pezinhos calçados
com sandálias de cetim?
Olhei muito para ela,
boca não disse palavra.
Peguei o vestido, pus
nesse prego da parede.
Ela se foi de mansinho
e já na ponta da estrada
vosso pai aparecia.
Olhou pra mim em silêncio,
mal reparou no vestido
e disse apenas: — Mulher,
põe mais um prato na mesa.
Eu fiz, ele se assentou,
comeu, limpou o suor,
era sempre o mesmo homem,
comia meio de lado
e nem estava mais velho.
O barulho da comida
na boca, me acalentava,
me dava uma grande paz,
um sentimento esquisito
de que tudo foi um sonho,
vestido não há... nem nada.
Minhas filhas, eis que ouço
vosso pai subindo a escada.
Texto extraído do livro "Nova Reunião - 19 Livros de Poesia", José Olympio Editora - 1985, pág. 157
domingo, 31 de maio de 2009
A Verdade a Ver Navios (plág)
deste e outros sentimentos
São inuteis..
Não sou a unica a saber
o caminho disto.
É rídiculo,claro
que outra palavra descreveria?
ainda mais com este grande orgulho
é dificil.
Por isto não aceito tal situação,
por isto não abro mão de mim,
não me dou ao luxo de desejar.
Não posso me relacionar profundamente
com Ninguém.
Porém, não é isto oque realmente desejo,não é? (diria a mim).
Mas veja só minha situação aqui,andando em círculos,sem explicar realmente o que sinto
por vergonha.A mais pura timidez.O mais profundo orgulho.
É como diz a canção (das que gosto).
" Quando uma flor é uma flor,e não tem outro jeito da gente dizer...pra que mentir?" Raul s.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Sino
espero ter exito nesta...
agora as páginas são inteiras...
"...Por mais que me tanjas perto
Quando passo,sempre errante
És para mim como um sonho
Soas-me na alma distante..."
"RAGELOP ROTISOPO"
Não dá pé
Não tem pé, nem cabeça
Não tem ninguém que mereça
Não tem coração que esqueça
Não tem jeito mesmo
Não tem dó no peito
Não tem nem
talvez ter feito
O que você me fez desapareça
Cresça e desapareça...
Não tem dó no peito
Não tem jeito
Não tem ninguém que mereça
Não tem coração que esqueça
Não tem pé, não tem cabeça
Não dá pé, não é direito
Não foi nada
Eu não fiz nada disso
E você fez
Um Bicho de Sete Cabeças...
Não dá pé
Não tem pé, nem cabeça
Não tem ninguém que mereça (Não tem ninguém que mereça)
Não tem coração que esqueça (Não tem pé, não tem cabeça)
Não tem jeito mesmo
Não tem dó no peito (Não dá pé, não é direito)
Não tem nem talvez ter feito (Não foi nada, eu não fiz nada disso)
O que você me fez desapareça (E você fez um)
Cresça e desapareça... (Bicho de Sete Cabeças)
Bicho de Sete Cabeças!
Bicho de Sete Cabeças!
Bicho de Sete Cabeças!
Kafka

segunda-feira, 18 de maio de 2009
domingo, 17 de maio de 2009
Teu All Star azul...
"...Se dá um beijo dá abrigo
Se dá um riso dá um tiro..."
H.G
E como éramos felizes..
Entendo apenas desta felicidade póstuma,
..Um tiro...
De quando tinhamos um mundo todo a ser devastado por nós
E a esta altura oque restou?
um emprego de merda,
uma grande depressão
a falta de vontade
Grande melancolia e nostalgia.
isto é vida?
Não posso falar de vida..
Oque me pega a esta altura
é esta saudade rasgante
e a vontade de partir...
Giovana Miranda!
Como era feliz ao teu lado,
o teu quarto,a tua comida
a tua embriaguês
"...os filmes de guerra, e as canções de amor..."
gostava de passar na tua casa
e te ver naquele belo colete
e tuas calças rasgadas
junto as minhas..
não existia inverno em regente,não sentíamos frio
aguardávamos anciosas o outono em porto alegre,
este,nunca chegou para nós.
Nossos sonhos,lembra?
Eram tantas as possibilidades de descobrir o mundo..
o teu all star azul..
e o meu preto de cano alto...
o grunge!
e a bebida purpura nada mais era
que teu licor de jaboticaba..
eu era feliz
ao teu lado...
Mas isto não morreu,não,não morreu
"...quando penso em alguém
só penso em você...aí então estamos bem.."
sábado, 16 de maio de 2009
frio contagiante
Hoje estive lembrando com certa nostalgia
e grande medo de um tal riso..há muito passado.
De repente,me vem o cheiro de teus cachos,e logo pude sentir
na ponta dos dedos,
tamanha maciez,aquela que me era tão habitual
como o calor do teu hálito em minha face
enquanto sonhava...e me apertava sobre teu peito quente.
Não me é dificil relembrar detalhes como este..
e fui bem mais adiante do que deveria...PERIGO!
Ultimamente tenho me assustado comigo...tanto nos atos
como pensamentos,sei que mudo completamente de tempos em tempos
Isto ocorreu a pouco,sou outra hoje,com quimica sou pior
Sou de grande frieza, e esta salta de mim
e incomoda até mesmo o exterior...por dentro já não resta nada.
Porém o prazer..incomparável, insaciável.
Sinto por isto,e em breve pretendo..
Não! não pretendo..
ENTRE ESTAS E OUTRAS
de tantas e tantas coisas..
Perdi as contas.
Começou pelos pés,eu acho..
até que chegou ao paladar
e já não pude mais comer.
Quando deixei de ouvir...
-TERRÍVEL!
Perder o prazer na música,
esta que sempre foi a expressão de mim
de meus vastos sentimentos
eram infantis,estes.(que trauma?...nãão.)
E então fui perdendo
o bom gosto
o mal gosto
a boa e má sorte
e esperando..
e seguindo sapatos..
e assim foi
como é.
FIM!
sexta-feira, 15 de maio de 2009
PASSEIO
Parávamos. E sabeis
Que o que contenta mais o peito inquieto
É olhar ao redor como quem vê
E silenciar também como quem ama. . . "
"trecho de Passeio de Hilda Hilst"
este sobre uma noite
em que por mais longo
que fosse o caminho
e tantos os batimentos cardíacos
caminhei com tal prazer
e o silencio
se fez mais que palavras..
quinta-feira, 14 de maio de 2009
anti-rotineiras
Têm estes clássicos que sempre me alegram,
na verdade eles são a medida certa dos sentimentos mais variados que posso sentir.
Entre eles está o da vontade de viver.
Como tenho passado muito tempo sem ver,ouvir ou falar coisas produtivas
estes me fazem um bem danado.
Gosto muito de rever,revejo tudo o máximo que posso,relembro...
Isto me faz bem,as vezes é claro...
No momento sei que deveria assistir a muitos filmes pois estou em uma fase complicada em minha vida,porém meu aparelho de dvd está quebrado.
SCARFACE

Este me causou pena,mas a pena não foi tão grande quanto a paixão
e o sentimento de vida,que creio eu todos os que assistiram puderam sentir.
Me alegrou!
Enfin,um sentimento!
2º
engolir guela abaixo todos os meus pensamentos sobre o ocorrido.
(quantas meias palavras)
Pois bem,minutos depois desisti,e todos verão em breve como o ato de desistir é Fato em minha "vidinha",e não digo isto para me diminuir não,já me costumei com isto,não me alegra,não me causa nada.
E nada me causa nada,me sinto como um vegetal.
Após desistir de lhe dizer todas as baboseiras do caderno de mágoas,abandonei o tal blog.
E agora resolvi retomá-lo,como também a algumas outras coisas que se ofuscaram devido a minha rotina imprestável.
Pois bem,aqui tomarei assuntos quaisquer,que muitas vezes não agradarão a ninguém,nem mesmo a mim(talvez,como disse),falarei sobre o tudo e o nada,sobre mim e meus gostos.
Porém fique claro que jamais a intenção será agradar!
um abraço aos que digo AMIGOS,um salve aos PARCEIROS.
Aos outros apenas lamento..









